Estando em Montevidéu e com pouco tempo para conhecer outras cidades, uma boa opção é contratar um tour que vai desde a capital até Punta del Este.

Bate-volta para Punta del Este

Comprei o serviço do City Tour que faz todo um recorrido turístico pelo país, de Montevidéu a Punta del Este, afinal, o Uruguay é pequeno. Você pode contratar este tuor com a Uruguay4u, acesse o site logo abaixo para confirir os preços e todos os passeios que a agência dispõe no país.

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sai às 8 da manhã e voltei às 7 da noite. Valeu a pena, pois se tivesse ido de ônibus por conta própria não haveria conhecido um pouco de Pirianópolis e Punta Ballena, balneários muito bonitos.

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Pirianópolis vista do alto.

Punta Ballena

Após uma rápida parada para admirar Pirianópolis, seguimos viagem e paramos num lugar que parecia a Grécia, trata-se de Punta Ballena, um lugar pequeno, mas que é muito bonito e interessante, principalmente, porque lá se encontra a casa de um famoso pintor, cujo filho foi um dos sobreviventes do acidente aéreo retratado no filme “Vivos”.

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Casa do artista Carlos Paéz em Punta Ballena.

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Interior da casa que hoje é museu.

Punta del Este

De Punta Ballena enfim seguimos para Punta del Este. Não esperava grandes coisas, queria apenas ver o Conrad Casino, já que o Amaury Junior fala tanto dele, porém me surpreendi.

Mesmo sendo igualmente pequeno, o lugar possui casas de veraneio de tirar o fôlego. São casas em estilo europeu e americano em grande escala. A mais cara de todas é de um brasileiro, o presidente da empresa Grandene (de chinelos), avaliada em 20 milhões de dólares, segundo a guia.

Não perdi tempo tirando fotos das casas porque a fascinação por elas não me permitiram tirar os olhos. Durante o verão, Punta del Este chega a receber 800 mil pessoas, sendo que a população verdadeira do lugar não passa de 20 mil. Nem mesmo os que trabalham lá vivem na cidade devido ao tremendo alto custo de vida, o qual é o triplo de Montevideo.

Marinha de Punta.

Marinha de Punta.

De tão caro tudo, fiquei até sem saber o que comer, pois não queria gastar 100 reais num almoço. Por sorte achei algo de 40 reais, advinhem o quê? Chivitos, prato típico do país: pão, carne, tomate, ovo cozido e maionese. Desde minha chegada era a única coisa que comia. Findado o almoço fui ver a marinha da cidade e me encontrei com leões-marinhos.

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Antes de ir embora de Punta del Este fui até à famosa Mano de Dios, cartão postal da cidade, e também ao Conrad Cassino. Para àqueles que nunca foram à Europa, mas precisamente ao Algarve, sul de Portugal, posso garantir que Punta lembra bastante, então fica aí a dica.

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Aqui terminou o tour e voltamos para Montevidéu. No dia seguinte, voltaria à Buenos Aires, mas antes ainda faria uma parada em Colonia del Sacramento. Até lá.

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Pôr-do-sol visto do Conrad Cassino.


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